CIDADES MAIS HUMANAS

Novo Urbanismo

Formada em arquitetura e urbanismo em 2003, Daniela da Camara atuou por uma década em projetos particulares e comunitários antes de levar essa experiência de respeito e confiança com a vida de clientes para aplicar também na vida de uma cidade inteira. Em ambos os casos, busca a harmonia na relação com o entorno e com o ambiente, tendo no diálogo e na busca de inovações a principal ferramenta, desde os pequenos projetos até as grandes intervenções urbanas.
Com soluções viáveis para todos os casos, baseia o trabalho em parâmetros como a sustentabilidade, a atualização permanente, a qualidade de vida e a relação entre os imóveis e sua vizinhança. No caso mais amplo de cidade, como no caso de Jundiaí (SP), observou também os aspectos da identidade local dentro da pressão da chamada macrometrópole paulista.

Parcerias de inovação

A dinâmica de renovação urbanística buscou parcerias com alguns nomes de repercussão nacional como Antonio Sarasá no conceito de zeladoria do patrimônio histórico, Lincoln Paiva no conceito de caminhabilidade urbana e Anderson Kazuo Nakano no conceito de legislação territorial participativa. E reforçou a colaboração com especialistas locais como o arquiteto Araken Martinho ou o engenheiro agrônomo Afonso Peche Filho, entre muitos outros.

Multiplicação social

Além de técnicos, muitos moradores tiveram canais de capacitação. Entre os resultados, a valorização do equilíbrio ambiental do município, da zona rural e mananciais de água e da busca da equidade social e cultural.

Reconhecimento

O trabalho gerou casos como a Ponte Torta como representante estadual no Prêmio Bernardo Mello Franco e sua premiação no 5º Prêmio Internacional Domus de Restauro, na Itália. Já o Urbanismo Caminhável foi levado a debates sobre baixo carbono do Ministério das Cidades, enquanto a coordenação no Programa Município Verde e Azul colocou Jundiaí em um inédito “top 15” estadual entre 2013 a 2016.