Meio Ambiente

Conservação da vida

As políticas públicas para animais domésticos e silvestres formam um elemento importante das cidades atuais. A definição de foco para os serviços voltados com prioridade contra o abandono e o apoio para os segmentos de baixa renda para os primeiros (“pets”) e as inovações em políticas voltadas para os segundos (como parte da biodiversidade) são também campos importantes de atuação do urbanismo. Existem ainda dimensões interligadas entre esses dois campos, como a destruição de habitats naturais ou as doenças do contato entre domésticos e silvestres.
A criação de um serviço de monitoramento de fauna silvestre nas reservas biológicas (incluindo sua possível replicação nas áreas rurais e com grande presença de remanescentes naturais), orientando prioridades de ações sanitárias de segurança, foi um dos avanços diretos implementados pela coordenação de Daniela da Camara nesse setor. No caso de Jundiaí, a base de pesquisa da Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi também recebeu novos painéis educativos.
 
 

Guardiões mirins

Uma campanha educativa sobre a responsabilidade no convívio dos “pets” com a comunidade, visando a superação do desafio do abandono e dos maus tratos, foi criada para reduzir esse crescente desafio às cidades. Nessa iniciativa, estudantes de oito a dez anos de idade interagiram com simulações veterinárias para serem premiados com uma carteirinha de guardião mirim, que traz também um “check list” de medidas rotineiras e de atitudes adequadas ao trato dos animais domésticos, inclusive para evitar que causem danos aos animais silvestres.

Serviço técnico

A integração de setores envolvidos com a fauna e a flora nativas é uma medida importante na criação de serviços voltados para a conservação do meio ambiente. Um desses casos ocorreu dentro da coordenação do Programa Município Verde e Azul, de abrangência estadual e com avaliação das políticas públicas implementadas por cada município. Em 2013 e em 2016, Jundiaí alcançou a terceira posição entre 645 municípios paulistas.

Foto-armadilha

Com os animais silvestres, o monitoramento de fauna com uso experimental de câmeras do tipo TRAP, (captação com luz infravermelha e sensores de movimento) permitiu para a Reserva Biológica Municipal (Rebio) da Serra do Japi a detecção de espécies importantes para orientação de atividades preventivas de parceiros como a Divisão Florestal da Guarda Municipal. Mas também identificou cães domésticos na área, iniciando processos de controle nas propriedades do entorno da reserva.